Após nova denúncia da Sepet, homem é preso por crime de zoofilia contra cadela em Manaus

Divulgacao Sepet 4

O animal não resistiu aos ferimentos e veio a óbito após sofrer abusos reiterados

Após investigação e nova denúncia da Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet), Mauro Costa Teixeira, de 22 anos, foi preso na tarde deste sábado (3) pelo crime de maus-tratos aos animais, após confessar a prática de zoofilia contra uma cadela em situação de rua por diversas vezes.

A ação ocorreu de forma integrada com a Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e a Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema).  O suspeito não resistiu a prisão.

“Assim que a denúncia chegou à Sepet, nossas equipes iniciaram imediatamente a apuração dos fatos, reunindo informações e acionando as forças de segurança. O suspeito foi localizado, preso e confessou o crime. Mesmo sendo liberado, não desistimos e a Justiça foi favorável ao nosso pedido e garantiu que ele fosse preso pelos crimes que cometeu”, disse a secretária da Sepet, Joana Darc.

Na tarde da sexta-feira (2), Mauro havia sido encaminhado ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para prestar esclarecimentos sobre o caso e, após ser ouvido, foi liberado. Segundo relatos de moradores da região, a cadela não resistiu aos ferimentos e veio a óbito após sofrer abusos reiterados.

Denúncia de maus-tratos

A Secretaria de Estado de Proteção Animal reforça que crimes de maus-tratos, abuso e violência sexual contra animais são graves, configuram crime previsto em lei e não serão tolerados. As ações de fiscalização, investigação e repressão seguem sendo intensificadas em todo o Amazonas, em parceria com os órgãos de segurança pública.

A Sepet ainda alerta que denúncias de crimes contra animais podem ser feitas diretamente ao Departamento de Denúncias da Secretaria, pelo telefone (92) 9 8127-0039.

“Crimes como esse são extremamente graves, não serão tolerados e terão resposta rápida e rigorosa do Estado. Uma pessoa que comete esse tipo de violência representa um risco real para a sociedade. Quem souber de casos assim, pode denunciar para a Sepet”, finalizou Joana Darc.


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